Mostrando postagens com marcador Caráter cristão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caráter cristão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de junho de 2011

JUSTIÇA SOCIAL OU JUSTIÇA CRISTÃ?


O cristão deve refletir sobre a necessidade de uma justiça social que reduza a exploração trabalhista e a desigualdade social. 


Quantos trabalhadores tem suas forças e saúde sugadas em subempregos que não lhes dão a garantia nem da sobrevivência familiar, sendo necessário que até as crianças trabalhem para complementar a renda familiar e, após gerar riquezas para seus patrões, são despedidos ou chegam ao final de suas vidas sem ter, sequer uma casa para moradia. Esse quadro não é raro, basta lançar os olhos sobre os trabalhadores da construção civil que constroem prédios e  mansões, mas aposentam-se em um barraco paupérrimo e de aluguel.


A igreja possui uma missão: proclamar o evangelho. Esta missão é acompanhada do imperativo "fazei discípulos". O Fazer discípulos induz ter as mesmas práticas de Cristo. Cristo declarou que foi ungido para "evangelizar os pobres [...], proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para por em liberdade os oprimidos".


O evangelizar não pode estar desassociado da missão de libertar os oprimidos, de amparar os pobres, de fazer justiça, não só a pessoal, mas também a justiça social.


Identificamo-nos, hoje, com o quadro vivido por Neemias, o qual encontrou homens instruídos nas Leis do Senhor, mas que praticavam a injustiça da escravidão, símbolo do egoísmo máximo, pois hoje muitos são aqueles que conhecem as sagradas escrituras, porém exploram a mão de obra do pobre. Acham pesado assalariar seus prepostos, mas esbanjam com o luxo e a vaidade.


Poucos são aqueles que estão dispostos a fazer como Neemias, abrir mão do "direito que lhe assiste" para não oprimir ainda mais o fraco e necessitado.


Vejo que o mais deprimente não é a injustiça do ímpio, mas a injustiça dos salvos que estão debaixo da graça de Deus e cometem a injustiça com o próximo enquanto deveria se constituir o defensor da justiça, segundo o discipulado de Cristo.



Andre Schroder

domingo, 11 de julho de 2010

Como ser "apaixonado" por Deus?





Nutrir paixão por Deus Pai, Filho e Espírito Santo, é, em razão da
simpatia, afeição e amor inicial, nutrir um desejo de proximidade
constante do Deus Trino, de modo que seja suscitado, diuturnamente, o
desejo de conhecimento do caráter, dos sentimentos e das ações, de
tal modo que leve a um desejo de identidade [tornar-se igual], a fim de
dedicar-se e praticar o que agrada a Deus, de modo tão intenso que
crie um sentimento de dependência.


Portanto, a verdadeira
paixão por Deus é capaz de produzir a “sede por Deus” e a
mortificação do eu, para que, como Paulo, possamos dizer: “Estou
crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo
vive em mim”.


Ó
Deus, tu és o meu Deus; ansiosamente te busco. A minha alma tem sede
de ti; a minha carne te deseja muito [...]” Salmo 63:1



O Temor a Deus.




Temor,
traduzido do grego, aponta para um sentimento de fobia, porém o temo hebraico
aponta para um sentimento de reverencia, respeito e honra. A temeridade, o
temor, que se deve ter para com Deus é exatamente o temor reverencial que produz
respeito, honra e admiração a Deus por seus atributos, leis, obra e, sobretudo,
por sua soberania e santidade. Portanto, ser temente a Deus é ter um sentimento
de reverência, respeito e reconhecimento de seu domínio sobre todo o cosmos,
principalmente sobre minha própria vida, de tal modo que haja ações de graça, honra
e louvor pela grandeza de seu poderio e benignidade.


"Quem não te temerá, Senhor, e não glorificará
o teu nome? Pois só tu és santo; por isso todas as nações virão e se prostrarão
diante de ti, porque os teus juízos são manifestos
.
" (Apocalipse 15: 4)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Viver sob autoridade ou levar a Vida de Servo?

Viver sob autoridade é acatar integral as leis, ordens e princípios que regulam um sistema, conforme são emanados daquele que possui reconhecida legitimidade, competência e poder para gerenciar. É pois,  viver sob o domínio.

No ato da criação Deus reuniu os atributos para exercer autoridade sobre o homem., porém deu-lhe o lívre arbítrio para escolher entre obeder a Deus ou seguir seu próprio caminho.

Ao escolher ser servo, o homem faz a livre opção de obedecer as leis e princípios morais e espirituais revelados por Deus, os quais devem ser seguidos continuamente, dando lugar à vontade de Deus e em substituição à própria vontade humana, para que assim possa viver sob o domínio e santo temor de Deus.

"Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor" Hb 12.28.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Espiritualidade é relacionamento.


          A espiritualidade se desenvolve em um âmbito de relacionamento entre o indivíduo e Deus, entre o indivíduo e demais cristãos e entre os cristãos [igreja] e Deus. Muitos priorizam o relacionamento espiritual entre si e Deus, menosprezam o relacionamento entre os irmãos, mas tal atitude é contrária à espiritualidade, pois  “as virtudes cristãs nunca são experimentadas solitariamente”, portanto, a igreja é o campo de prova da espiritualidade. É onde haverá o auxílio mútuo para que todos cresçam, mas também será evidenciado se há uma negação da natureza humana para que sobressaia a vontade de Deus. É onde será revelado “quem sou eu”, “qual a minha espiritualidade”.


          Assim, ao buscar a espiritualidade cristã aderimos a uma aliança de relacionamento com Deus e seus irmãos, onde a principal regra é “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, para que então sejamos parte do corpo de Cristo.





Eféios 4:11- 13


E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;  até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo;